Uma quinta, numa pequena aldeia perdida no concelho de Vendas Novas foi o palco para uma prova de orientação, no passado dia 22 Novembro.
O objectivo da nossa participação era aproveitar a proximidade da prova para um treino de orientação. Por isso mesmo, escolhi o escalão difícil que correspondia a 7km – 19 pontos de controlo.
Quando saíram a lista das partidas apercebi-me que as restantes participantes do escalão difícil eram atletas de elite. As atletas D21A tinha optado pelo escalão médio (e não difícil) mas não me intimidei, afinal seria só um treino! :)
E o “treino” correu-me bem, apesar de ter ficado de último (nada surpreendente e nada que ultimamente não seja frequente).
Apenas existiram dois pontos que demorei mais de dez minutos e isto porque levei um pouco mais de tempo a encontrar o ponto.
No ponto 4 procurei mais muito junto ao rio e perdi assim mais tempo a encontrar o pequenito lago. No ponto 9 andei a rondar no meio dos eucaliptos e diga-se em segredo que o encontrei mesmo assim mais rápido porque segui outros exploradoras do ponto. ;)
O objectivo da nossa participação era aproveitar a proximidade da prova para um treino de orientação. Por isso mesmo, escolhi o escalão difícil que correspondia a 7km – 19 pontos de controlo.
Quando saíram a lista das partidas apercebi-me que as restantes participantes do escalão difícil eram atletas de elite. As atletas D21A tinha optado pelo escalão médio (e não difícil) mas não me intimidei, afinal seria só um treino! :)
E o “treino” correu-me bem, apesar de ter ficado de último (nada surpreendente e nada que ultimamente não seja frequente).
Apenas existiram dois pontos que demorei mais de dez minutos e isto porque levei um pouco mais de tempo a encontrar o ponto.
No ponto 4 procurei mais muito junto ao rio e perdi assim mais tempo a encontrar o pequenito lago. No ponto 9 andei a rondar no meio dos eucaliptos e diga-se em segredo que o encontrei mesmo assim mais rápido porque segui outros exploradoras do ponto. ;)

Mas a grande aventura ainda não tinha chegado. Quando a prova me corria sobre rodas, perdi literalmente uma, perto do ponto 17!! Ao atravessar um vale de lama (mais fundo do que eu pensei), o pé afundou-se e saiu sem o ténis! Andei ali com a mão enterrada na lama a procurá-lo mas não o encontrei. Pensava a rir sozinha, como é possível, perdi o ténis!! E apesar de ser algo inesperado e desconfortante, eu não conseguia deixar de achar graça à situação.De um lado um ténis castanho e sujo e no outro, uma meia lamachenta!! :) E lá continuei a prova com um pé com ténis e o outro descalço!
Os atletas que passaram por mim nesta posse “diferente”, o que lhes terá passado pela cabeça?!Achei engraçado quando fui descarregar o chip e partilhei a história com a Organização, o olhar deles para os meus pés quando me afastei um pouco da mesa, como que confirmando que não era mentira!
Apesar de chegar ao fim com o pé mais amachucado, senti-me muito bem; corri uma grande parte da prova, tecnicamente muito mais à vontade nas curvas de nível e na interpretação do mapa e muito mais concentrada ao longo da prova.

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